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Brasil e China estreitam cooperação em ciência espacial

Publicado: Quarta, 03 de Abril de 2019, 10h04 | Última atualização em Terça, 08 de Outubro de 2019, 11h21

William Liu, do Centro Nacional de Ciência Espacial da China (NSSC, na sigla em inglês), esteve no Brasil entre os dias 21 e 24 de março para intensificar a cooperação científica espacial entre os dois países. No NSSC, Liu está à frente do Programa Círculo Meridiano Internacional (IMCP), que engloba extensa rede de instrumentos ao longo dos meridianos 60°W e 120°E e ferramentas computacionais para estudos sobre clima espacial.

Por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Brasil estabeleceu em 2014 um acordo com o NSSC para a instalação de equipamentos no Centro Regional Sul, em Santa Maria (RS), e na sede do Instituto, em São José dos Campos (SP). A parceria também resultou no Laboratório Sino-Brasileiro para Clima Espacial, que realiza suas atividades na sede do INPE, sob a coordenação executiva de Liu Zhengkuang.

O diretor do IMCP/NSSC viu resultados de trabalhos científicos durante sessão de pôsteres e esteve no Embrace, o Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial do INPE. William Liu também visitou o Laboratório de Integração de Testes (LIT), onde o satélite sino-brasileiro CBERS-4A passa pelos últimos ensaios antes do lançamento, a partir de uma base chinesa no segundo semestre deste ano.

Recebido pelo diretor do INPE, Ricardo Galvão, William Liu reforçou o interesse em manter a cooperação nos estudos sobre clima espacial. A parceria fortalece a pesquisa de doutores formados pelo INPE, que podem contar com a supervisão conjunta de pesquisadores chineses e brasileiros. Outra consequência é o intercâmbio contínuo entre especialistas dos dois países em workshops e visitas oficiais.

Como parte da agenda oficial no Brasil, Liu e a comitiva chinesa visitaram grupos de pesquisa da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), do Centro de Rádio Astronomia e Astrofísica da Universidade Presbiteriana Mackenzie (CRAAM) e do Observatório de Radioastronomia em Atibaia.

Fonte: http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=5061

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